Eu prefiro usar a barra hexagonal para saltos apenas quando executados de forma isolada e não combinada com um levantamento de barra reta.

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Aqui está a pergunta interessante: os saltos de agachamento com barra
convencionais são coisa do passado, desde que o estudo do Reino Unido
mostrou que a barra hexagonal oferece uma capacidade mais favorável de
usar a força das pernas? Minha resposta é muito simples – depende. Vou
compartilhar os detalhes necessários para chegar a essa decisão. Além disso,
a carga de um salto de barra hexadecimal deve ser leve; as forças que puxam
o braço para baixo não são documentadas e representam um pequeno perigo
potencial. Não estou preocupado com uma subluxação ou algo semelhante,
mas alguns atletas que têm muita frouxidão e um histórico de deslocamento
percebem uma diferença entre saltos com pesos para o lado e exercícios de
puxada mais lentos. Além desse risco raro, mas real, a barra hexagonal
oferece uma razão convincente para trocar ou atualizar. Com base na minha
experiência, saltos balísticos e levantamentos olímpicos não criam problemas
nos ombros devido ao puxão rápido. Porém, adicionar cegamente qualquer
exercício é tolice. Os resultados do estudo do Reino Unido apontaram para a
colocação das cargas abaixo do quadril e não no ombro. Na maioria dos
estudos, as conclusões são especulações, mas o estudo do Reino Unido foi
uma das poucas vezes em que a discussão valeu a pena